nquilina nas mãos. E quando a vi, por ali, rondando, as portas se escancararam! O tapete de grama viva lambia os pés dela feliz pra cachorro. As janelas se abriram pra arejar o espaço e perfumá-lo com novos ares. As louças foram lavadas, enxugadas e guardadas - sem escorredor -. Paredes pintadas, flores nos vasos, cheiro de café fresquinho e biscoitos saindo do forno. Eu a recebi.
Então, tomamos o café e comemos os biscoitos. Tomamos um banho e fomos nos deitar no friozinho calado da noite, sabendo que haveria festa no dia seguinte. Festa? Sim, festa! Aquilo que serve pra comemorar algo! Sabe? Não, não precisa se assustar! É assim mesmo! Quando o coração está bem habitado, funciona assim mesmo! A alma desembesta e fica parecendo criança levada! Você vai ficar? Que bom, eu sabia que ficaria! Mas agora melhor descansarmos! Encoste aqui, assim. Está confortável? Se quiser eu tiro o braço! Não? Tudo bem! Posso fazer cafuné? Tá bom. Feche os olhinhos meu amor.
Até o edredom sorria! A casa estava cheia de vida novamente! Fez-se silêncio. A casa pulsava. Eu não queria fechar os olhos... Vai que se eu pisco tudo desaparece! Não hei de piscar! Estava decidida! A noite caiu, e sem que percebesse, também adormeci. Acordei no pulo, a casa fremia descompassada. Mas ali, ao abrir os olhos cuidadosamente, a avistei dormindo! Quanta paz! A partir daquele momento, descobri que ela não iria embora, que eu não estaria sozinha, que a casa continuaria pulsando. A partir daquele momento, renasci e reconheci o amor.
Porque em comum, transbordamos.
Então, tomamos o café e comemos os biscoitos. Tomamos um banho e fomos nos deitar no friozinho calado da noite, sabendo que haveria festa no dia seguinte. Festa? Sim, festa! Aquilo que serve pra comemorar algo! Sabe? Não, não precisa se assustar! É assim mesmo! Quando o coração está bem habitado, funciona assim mesmo! A alma desembesta e fica parecendo criança levada! Você vai ficar? Que bom, eu sabia que ficaria! Mas agora melhor descansarmos! Encoste aqui, assim. Está confortável? Se quiser eu tiro o braço! Não? Tudo bem! Posso fazer cafuné? Tá bom. Feche os olhinhos meu amor.
Até o edredom sorria! A casa estava cheia de vida novamente! Fez-se silêncio. A casa pulsava. Eu não queria fechar os olhos... Vai que se eu pisco tudo desaparece! Não hei de piscar! Estava decidida! A noite caiu, e sem que percebesse, também adormeci. Acordei no pulo, a casa fremia descompassada. Mas ali, ao abrir os olhos cuidadosamente, a avistei dormindo! Quanta paz! A partir daquele momento, descobri que ela não iria embora, que eu não estaria sozinha, que a casa continuaria pulsando. A partir daquele momento, renasci e reconheci o amor.
Porque em comum, transbordamos.